Segundo caso de bactéria que causa perda de bananeiras é detectado no interior do Acre

  • 26/05/2026
(Foto: Reprodução)
Governo confirma caso de moko da bananeira; Idaf inicia força-tarefa Pouco mais de oito meses após o primeiro registro, um novo foco de moko da bananeira foi detectado, desta vez, na comunidade Seringal Nova Sorte, em Feijó, interior do Acre, às margens do Rio Envira. A praga bacteriana grave provoca o apodrecimento dos frutos e a formação de pus bacteriano. A informação foi confirmada ao g1 pela coordenadora do Programa Estadual de Sanidade da Bananicultura do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf/AC), Malena Lima, que explicou que a área estava com 18% das plantas vivas infectadas. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp "A notificação do foco ocorreu em abril e agora em maio fizemos as ações de erradicação e contenção da disseminação na propriedade. O Idaf realizou uma inspeção na área de aproximadamente 1 hectare de banana prata, contudo, apenas 18% desse total estava infectado", destacou. Praga bacteriana grave provoca o apodrecimento dos frutos e a formação de pus bacteriano Foto: Samuel Costa/Secom Feijó O microrganismo não afeta saúde humana, mas pode levar a prejuízos nas plantações. A infecção pode ocorrer por meio de ferramentas sem desinfestação ou por insetos. (Confira mais abaixo) Após a coleta, a amostra foi encaminhada ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Minas Gerais (LFDA/MG) para análise oficial. O laudo confirmou a presença da bactéria na área de cultivo de produtores que abastecem o município de Feijó com banana. LEIA MAIS Puxada pelo cultivo de mandioca, produção agrícola cresce e passa de R$ 830 milhões em 2024 no Acre Foco de bactéria que causa perda de bananeiras é encontrado no interior do Acre Após o foco ser confirmado, o órgão fez uma inspeção das plantas em todas as propriedades com cultivos de banana no município, obedecendo um raio de 5 km ao redor do foco. Com isso, ainda foram detectadas 3 novas suspeitas de focos e o órgão segue fazendo inspeções. Em setembro do ano passado, a inspeção também foi feita nas plantações de helicônias [plantas utilizadas para ornamentação], uma planta parente da bananeira. Ainda conforme o Idaf, a contaminação do cultivo pode ocorrer através o uso de materiais utilizados no manejo sem que haja desinfestação, além do acumulo de água das chuvas nos solos mais encharcados. Outro fator é a transmissão da bactéria Ralstonia Solanacearum raça 2 através de insetos. "Para detectar, basta observar as folhas da bananeira, que, neste caso, apresentam um amarelecimento e murcha. Já no interior do pseudo caule [tronco da planta que é formado pelo acúmulo de folhas], é possível observar um escurecimento nos tecidos vasculares", disse. Orientações Em meio à detecção, o Idaf orienta que os produtores também façam suas próprias inspeções nas plantações como forma de prevenir e detectar de forma precoce possíveis focos. Além disso, é recomendado: Adquirir mudas devidamente certificadas, provenientes de áreas livres de pragas; Desinfestação de equipamentos e utensílios usados no cultivo; Em casos da praga ser encontrada, acionar o Idaf para que um técnico seja enviado ao local. Moko da bananeira Conforme o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) a bactéria penetra nos frutos principalmente por ferimentos e se multiplica rapidamente nos vasos condutores, obstruindo o fluxo de água. Ela ainda pode sobreviver no solo por longos períodos, especialmente em condições úmidas e quentes A praga é facilmente disseminada, principalmente, através de mudas infectadas e ferramentas contaminadas utilizadas nos tratos. Também pode haver transmissão entre as raízes de plantas doentes e sadias e os insetos também podem transmitir a bactéria no pomar. A presença de frutos amarelos em cachos verdes é um grande indicativo da doença moko. O corte dos frutos expõe sintomas de podridão seca, firme e de cor parda e no engaço também é observado escurecimento vascular. Pode-se observar na touceira as plantas jovens com sintomas de necrose. Em áreas abandonadas o órgão recomenda a destruição de todas as bananeiras por um período de 24 meses. O Mapa ainda ressalta que, até o momento, não há variedades comerciais de bananeira comprovadamente resistentes ao moko, o que reforça a importância das medidas preventivas. Reveja os telejornais do Acre e

FONTE: https://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2026/05/26/segundo-caso-de-bacteria-que-causa-perda-de-bananeiras-e-detectado-no-interior-do-acre.ghtml


#Compartilhe

Aplicativos


Locutor no Ar

Peça Sua Música

No momento todos os nossos apresentadores estão offline, tente novamente mais tarde, obrigado!

Top 10

top1
1. Deus Proverá

Gabriela Gomes

top2
2. Algo Novo

Kemuel, Lukas Agustinho

top3
3. Aquieta Minh'alma

Ministério Zoe

top4
4. A Casa É Sua

Casa Worship

top5
5. Ninguém explica Deus

Preto No Branco

top6
6. Deus de Promessas

Davi Sacer

top7
7. Caminho no Deserto

Soraya Moraes

top8
8.

Midian Lima

top9
9. Lugar Secreto

Gabriela Rocha

top10
10. A Vitória Chegou

Aurelina Dourado


Anunciantes